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Blefarite

Pelo menos uma vez na vida quase todo mundo contrai blefarite

A blefarite é uma espécie de inflamação das pálpebras. Algumas pessoas contraem blefarite mais de uma vez. Mas, felizmente a doença pode ser tratada facilmente.

Tipos de Blefatire

Blefarite Estafilocócica – é causada por uma bactéria chamada estafilococus. Começa na infância e continua na fase adulta. Caracteriza-se pela formação de escamas nas pestanas, crostas e vermelhidão crônica nas bordas das pálpebras. Também, podem ocorrer dilatação dos vasos sanguíneos, perda de pestanas, tersóis e calázios (nódulos nas pálpebras).

Blefarite Seborreica – é o tipo mais comum e menos grave. É causada pelo mal funcionamento das glândulas sebáceas dando origem a acumulação de escamas oleosas nas bordas das pálpebras. A seborréia pode ser parte de um problema dermatológico que afeta outras áreas da pele. Pode ser de origem hormonal, nutricional, condições físicas ou nervosa.

Blefarite Ulcerativa – é a menos comum, porém a mais grave forma de blefarite. É caracterizada por crostas duras e opacas em volta das pestanas, as quais, ao serem removidas, deixam pequenas feridas que podem sangrar. Podem, também, causar distorção das bordas frontais das pálpebras e lacrimejamento crônico. Em alguns casos, a córnea pode ficar, também, inflamada.

Sintomas:

  • coceira, queimação e lacrimejamento;
  • olhos doloridos;
  • descargas (remela) que colam as pálpebras;
  • vermelhidão nas bordas das pálpebras;
  • formação de terçois;
  • pequenas pústulas nas bordas das pálpebras;
  • escamas nas margens das pálpebras;
  • sensação de areia nos olhos e sensibilidade à luz;
  • visão embaçada.

Causas:

  • má higiene das pálpebras;
  • excesso de óleo produzido pelas glândulas das pálpebras;
  • infecção bacteriana reações alérgicas.

A blefarite é uma espécie de inflamação das pálpebras. Algumas pessoas contraem blefarite mais de uma vez. Mas, felizmente a doença pode ser tratada facilmente.

Tipos de Blefatire

Blefarite Estafilocócica – é causada por uma bactéria chamada estafilococus. Começa na infância e continua na fase adulta. Caracteriza-se pela formação de escamas nas pestanas, crostas e vermelhidão crônica nas bordas das pálpebras. Também, podem ocorrer dilatação dos vasos sanguíneos, perda de pestanas, tersóis e calázios (nódulos nas pálpebras).

Blefarite Seborreica – é o tipo mais comum e menos grave. É causada pelo mal funcionamento das glândulas sebáceas dando origem a acumulação de escamas oleosas nas bordas das pálpebras. A seborréia pode ser parte de um problema dermatológico que afeta outras áreas da pele. Pode ser de origem hormonal, nutricional, condições físicas ou nervosa.

 

Blefarite Ulcerativa – é a menos comum, porém a mais grave forma de blefarite. É caracterizada por crostas duras e opacas em volta das pestanas, as quais, ao serem removidas, deixam pequenas feridas que podem sangrar. Podem, também, causar distorção das bordas frontais das pálpebras e lacrimejamento crônico. Em alguns casos, a córnea pode ficar, também, inflamada.

Sintomas:

  • coceira, queimação e lacrimejamento;
  • olhos doloridos;
  • descargas (remela) que colam as pálpebras;
  • vermelhidão nas bordas das pálpebras;
  • formação de terçois;
  • pequenas pústulas nas bordas das pálpebras;
  • escamas nas margens das pálpebras;
  • sensação de areia nos olhos e sensibilidade à luz;
  • visão embaçada.


Causas:

  • má higiene das pálpebras;
  • excesso de óleo produzido pelas glândulas das pálpebras;
  • infecção bacteriana reações alérgicas.

Catarata

Mais de 50% das pessoas acima de 60 anos sofrem de catarata. A única solução é a cirurgia de catarata (facoemulsificação)

Sobre a catarata

Mais de 50% das pessoas acima de 60 anos e algumas mais jovens sofrem de catarata.

A catarata é um turvamento progressivo do cristalino (lente natural do olho), interferindo na absorção da luz que chega à retina. Os portadores de catarata a descrevem como se estivessem olhando através de uma queda d’água ou de uma folha de papel vegetal, com embaçamento gradual ou diminuição da visão.

A leitura fica mais difícil e dirigir carro pode se tornar perigoso. O portador de catarata pode se sentir incomodado por luz forte ou ver halos ao redor de luzes. No início, a mudança no grau dos óculos pode até ajudar, mas o avanço da catarata a visão vai diminuindo progressivamente.

Não existem medicamentos que possam reverter a catarata. Uma vez formada, só existe um meio de livrar-se da catarata: removê-la cirurgicamente.

Catarata Congênita

A catarata congênita é uma das principais causas de cegueira em crianças. No Brasil, representa 40% dos casos.

 O que é?

Uma catarata  é qualquer opacidade do cristalino. Catarata congênita é a opacificação do cristalino que ocorre no feto, em algum momento durante a gestação.

Sintomas

Opacidade do cristalino, frequentemente evidente no momento do nascimento sem necessidade de nenhum aparelho especial, aparecendo como uma descoloração esbranquiçada em uma pupila escura normal.

Tratamento

O tratamento envolve o procedimento cirúrgico de extração da catarata  seguida por colocação de lentes intra-oculares. Normalmente tem bons resultados.

Causas, incidência e fatores de risco

Existem várias possibilidades de causas da catarata infantil. Pode ser um achado isolado, consequência de infecção intra-uterina, com o vírus da rubéola como principal agente; pode estar relacionada a síndromes, sendo a mais comum a de Down; associada a malformações oculares ou sistêmicas; e ainda apresentar um caráter genético. Também pode ocorrer em crianças prematuras e com uveítes Porém, algumas vezes nehnuma causa é identificada.

Ceratocone

Distrofia da córnea que afeta uma pessoa a cada mil, no mundo

Ceratocone (do  grego: kerato – chifre, córnea; e konos – cone), é uma doença não-inflamatórias degenerativa do olho na qual as mudanças estruturais na córnea a tornam mais fina e a modificam para um formato mais cônico (ectasia) que a sua curva gradual normal.

Ceratocone é a distrofia mais comum da córnea, afetando uma pessoa a cada mil, parecendo ocorrer em populações em todo o mundo, embora alguns grupos étnicos apresentam uma prevalência maior que outros. Geralmente é diagnosticado em pacientes adolescentes e apresenta seu estado mais grave na segunda e terceira década de vida.

 Sintomas

O ceratocone pode causar distorção substancial da visão, com múltiplas imagens, raios e sensibilidade à luz sendo frequentemente relatados pelos pacientes.

Tratamentos disponíveis

O tratamento do ceratocone visa sempre proporcionar uma boa visão ao paciente, bem como garantir seu conforto na utilização dos recursos que serão empregados (óculos, lentes de contato, cirurgias) e principalmente preservar a saúde da córnea. As alternativas de tratamento sempre são avaliadas nesta ordem: óculos, lentes de contato especiais e cirurgias.

Lentes de contato

Para amenizar o desconforto e diminuir o ritmo de progressão da doença, o melhor método é o uso de lentes de contato rígidas (gás permeáveis). A lente rígida se acomoda sobre a córnea, moldando-a e corrigindo a visão. A adaptação de lentes de contato no ceratocone deve ser feita por profissionais experientes que possam dar o devido acompanhamento e orientação ao paciente. Uma lente mal adaptada ou de má qualidade pode causar erosão da córneam ceratite, hidropsia seguida de leucoma, edema de córnea e  infecções oculares.

Cirurgia

Em alguns casos pode ser exigida uma correção cirúrgica para se deter a deformação da córnea (implante de anel de ferrara). Essa técnica tem apresentado ótimos resultados.

Em última instância, pode-se recorrer ao transplante de cornea.

Crosslinking

O Visão disponibiliza ao paciente a mais novo procedimento cirúrgico, o Crosslinking. A técnica  já é utilizada em todo o mundo e consiste em aplicações de vitamina B2 associada à ultravioleta do tipo A na córnea do paciente. O procedimento tem como objetivo o enrijecimento da córnea, evitando a progressão da doença.

Conjutivite

A falta de cuidado pode fazer com que um aperto de mão transmita conjutivite

O que é conjutivite?

É uma inflamação da conjutiva (membrana que reveste o “branco” do olho, podendo causar alterações na córnea e nas pálpebras.

Como é transmitida?

Pode-se pegar conjutivite por meio de contato direto com uma pessoa contaminada, compartilhando toalhas, mergulhando no mar, praias poluídas e piscinas sem tratamento de cloro.

Quais são os sintomas?

Coceira nos olhos, Olhos Vermelhos, Inchaço das pálpebras, Produção de secreção amarelada

Fotofobia (dor ao olhar para a luz), Sensação de que há areia nos olhos, Pálpebras grudadas ao acordar

A quem recorrer?

Procure imediatamente um oftalmologista. O acompanhamento desse especialista é importante para o diagnóstico do tipo de conjutivite e para o adequado tramento. Em hipótese alguma faça auto-medicação!

Como prevenir?

  • Não use maquiagens de outras pessoas  e nem empreste as suas
  • Evite compartilhar toalhas de rosto
  • Lave as mãos com freqüência e não as coloque nos olhos
  • Evite coçar os olhos para diminuir a irritação na área
  • Evite a exposição de agentes irritantes como fumaça e ou alérgicos que podem causar a conjutivite
  • Não use lentes de contato enquanto estiver com conjutivite
  • Evite nadar em piscinas que não estejam devidamente tratadas ou em praias, rios ou lagos poluídos
  • Lave as mãos antes de utilizar colírios ou pomadas. Ao usar, não encoste os frascos nos olhos

Daltonismo

O portador da doença é incapaz de diferenciar algumas ou todas as cores

O daltonismo (também chamado de discromatopsia ou discromopsia) corresponde à incapacidade de diferenciar todas ou algumas cores, principalmente o verde do vermelho. Essa incapacidade normalmente tem origem genética, mas pode também surgir devido a outras causas, como por exemplo lesões no olho ou no cérebro.

O distúrbio, que era desconhecido até ao século XVIII, recebeu esse nome em homenagem ao químico John Dalton, que foi o primeiro cientista a estudar a anomalia de que ele mesmo era portador. Uma vez que esse problema está geneticamente ligado ao cromossomo X, acaba sendo de ocorrência muito mais comum entre os homens (no caso das mulheres, será necessário que os dois cromossomas X portem o gene anômalo).

Os portadores do gene anômalo apresentam dificuldade na visualização de determinadas cores primárias, como o verde e o vermelho, o que causa distorções na visualização de diversas cores do espectro. Isso ocorre devido ao mau funcionamento dos cones existentes na retina, que não são capazes de ter a percepção correta de certas cores.

Tipos

O tipo mais comum de daltonismo é aquele em que a pessoa não distingue o vermelho do verde. Aquilo que, para uma pessoa é normal, é verde ou vermelho, para esse daltônico é cinzento em várias tonalidades. O motorista com esse tipo de daltonismo pode contornar o problema de distinguir as luzes do semáforo observando suas posições, pois pelas cores não é possível.
Em número menor, existem daltônicos que confundem o azul e o amarelo. Um tipo raro de daltonismo é aquele em que as pessoas são completamente “cegas” para as cores: seu mundo é em preto, branco e cinzento.

Teste

Existem testes especiais que permitem detectar se uma pessoa é ou não daltônica. As figuras seguintes, por exemplo, serão observadas diferentemente por pessoas de visão normal e por aqueles que sofrem de daltonismo.

Degeneração Macular Relacionada à Idade - DMRI

É comum em pacientes com mais de 50 anos e chega a atingir, em todas as suas formas, mais de 30% dos pacientes acima de 80 anos. A falta de tratamento pode levar à cegueira.

O que é?

A Degeneração Macular Relacionada à Idade (DMRI) ou Age Related Macular Degeneration (AMD) é uma condição freqüentemente relacionada ao envelhecimento, de causa desconhecida, na qual ocorre crescimento anormal dos vasos sangüíneos sob a retina especificamente sob o tecido da coróide. A mácula é afetada e o resultado é a baixa súbita ou progressiva da visão central. É comum em pacientes com mais de 50 anos e chega a atingir, em todas as suas formas, mais de 30% dos pacientes acima de 80 anos. A falta de tratamento adequado pode levar à cegueira.

Visão afetada pela DMRI

A Degeneração Macular Relacionada à Idade ocorre de duas formas: a exudativa (úmida) e atrófica (seca). Ainda que em sua manifestação atrófica (cerca de 85 a 90% dos casos) a doença não pode ser tratada, geralmente não provoca grandes danos a visão. Já a forma exudativa (10 a 15% dos casos) causa vazamentos de líquidos e, em alguns casos, hemorragias sob a retina, chegando até mesmo a descolá-la. Esta forma de doença é mais grave e pode levar a perda total da visão.

TESTE DMRI

Olhe fixamente no ponto central da figura.Caso você perceba as linhas retas arredondadas, distorcidas ou borradas, pode significar o início de um problema na mácula (região central da visão). Neste caso, também é necessário procurar seu oftalmologista.

Tratamento com Lucentis traz bons resultados!

Descolamento de retina

O descolamento de retina pode levar a perda total da visão, se não for tratado por um especialista

Descolamento de retina é uma enfermidade do olho caracterizada pela separação das camadas foto-sensível (H) e de suporte e nutrição da retina(F). Usualmente causada por trauma ou por uma existência prévia de uma pequena ruptura na camada foto-sensível por onde o fluído intra-ocular (A) entra e força a separação das camadas F e H, ou pela sucção sucção exercida pelo fluido intra-cocular na parte foto-sensível da retina,  o que é mais comum em pessoas idosas.

Doenças que predispõem um descolamento da retina

  • A degeneração em palissada da retina ocorre em 6% a 8% da população.
  • A miopia elevada(maior que 5 ou 6 dioptrias) aumenta o risco de um descolamento da retina. De facto, o risco aumenta 2,4% em comparação a uns 0,06% de risco para um olho normal de uma pessoa com 60 anos. (Dioptrias são unidades de medida) Cirurgia da catarata ou outras operações pode incrementar o risco nos pacientes com o miopia elevada.
  • Os pacientes com Glaucomatêm um risco aumentado de desenvolver um descolamento da retina.

Fatores que estão associados ao descolamento da retina

  • O traumatismo como um murro, ou um ferimento penetrante por um objecto afiado podem conduzir a um descolamento da retina.
  • Um descolamento da retina não traumático parece indicar uma tendência (herdada) genéticapara desenvolver descolamentos da retina.
    Em cerca de 5% dos pacientes com um descolamento da retina num olho, que não seja causado por trauma ocorre subsequentemente no outro olho. Assim o segundo olho de um paciente com um descolamento da retina deve ser examinado e seguido com atenção, pelo paciente e pelo oftalmologista.
  • A diabetes pode conduzir a um tipo de descolamento da retina causado por tração na retina, sem rasgadura.

Sintomas

Acompanhada de vários sintomas como flashes de luz, manchas escuras em movimento, e perda parcial de visão. As manchas escuras são conhecidas como moscas volantes. Sua percepção não determina o Descolamento de retina, o que realmente o determina é seu aumento desenfreado seguido do surgimento de pequenas manchas, em tom roxo, nas regiões periféricas da visão.

Tratamento

Se não tratada imediatamente geralmente leva a perda total de visão.

Um oftalmologista especializado em retina  deve ser consultado o mais rápido possível. O tratamento pode incluir a utilização de laser, e várias técnicas cirúrgicas específicas.

Doenças Refrativas

A maioria dos problemas de visão pode ter solução com cirurgias e lentes especiais

MIOPIA

É a alteração na qual as imagens são formadas antes da retina, o que faz com que seus portadores tenham a visão desfocada para longe;

Míope: Visão próxima focada e distante desfocada

HIPERMETROPIA

É a alteração na qual as imagens são formadas depois da retina, o que faz com que seus portadores tenham dificuldade principalmente na visão para perto. Não deve ser confundida com a presbiopia;

Visão com hipermetropia

PRESBIOPIA

É a perda da capacidade de acomodação e focalização só para perto devido a idade e que naturalmente ocorre nos seres humanos, sejam eles emetropes, míopes, hipermetropes ou astigmatas;

Visão para perto é comprometida

ASTIGMATISMO

É uma deformação de um dos dois eixos da curvatura da córnea, provocando uma distorção tanto para longe quanto para perto, pela formação de imagens em pontos diferentes da retina.

Visão desfocada tanto para perto quanto para longe

ADEUS AOS ÓCULOS EM POUCOS MINUTOS

Após vários anos de investigação e estudo, hoje existem técnicas e tecnologia que oferecem com segurança a solução para os problemas refrativos. Através da técnica Lasik, que recorre à tecnologia do Laser Excimer, é possível corrigir a miopia, a hipermetropia e o astigmatismo com rapidez e alta precisão de resultados.

Estrabismo

Um desvio ocular que merece atenção especial, porque pode ser um sinal de tumor no crânio

O que é?

O estrabismo é popularmente conhecido como  “vesguice” ou “olho torto”.  Consiste na movimentação e posicionamento inadequados ou desordenados dos dois olhos, sem paralelismo. É o resultado de um defeito nos músculos que movimentam os olhos ou dos respectivos nervos. Pode ser tanto causa, quanto consequência de uma baixa visão. A pessoa pode nascer com o desvio ocular ou adquiri-lo em qualquer momento da vida.

Alerta

Os casos de estrabismo  que se manifestam em crianças maiores de seis anos e adultos merecem atenção espcial, porque  podem ser o sinal  de um tumor no crânio.

Tratamentos

O estrabismo não desaparece sozinho, sem tratamento, como diz a crendice popular.

Em caso de dúvida consulte seu oftalmologista. Ele fará o diagnóstico.

O tratamento do estrabismo pode ser clínico e/ou cirúrgico. Quanto antes iniciado o tratamento melhores são os resultados, principalmente nas crianças. O atraso no diagnóstico e a falta de cuidados especiais podem fazer a diferença entre a cura e uma solução apenas paliativa.

Glaucoma

Uma doença silenciosa que causa cegueira

O que é glaucoma?

É uma doença silenciosa e que atinge quatro milhões de pessoas em todo o mundo. O glaucoma merece atenção especial por ser degenerativa e atingir o nervo Óptico e pode levar à cegueira. O nervo óptico é a parte do olho que carrega a informação visual até o cérebro. É formado por mais de um milhão de células nervosas. Quando se eleva a pressão no olho, as células nervosas tornam-se comprimidas, o que as danifica, e eventualmente até causa sua morte. A morte destas células resulta em perda visual permanente.

Como prevenir?

Visite, uma vez ao ano, o médico oftalmologista. Por meio de exames, o oftalmologista pode determinar se o paciente tem ou corre o risco de ter glaucoma, mesmo antes de aparecerem os sintomas. Na lista do check-up para o diagnóstico do glaucoma estão a tonometria (aferição da pressão intra-ocular), a campimetria (teste do campo visual) e a oftalmoscopia (que verifica o aspecto do nervo óptico).

Na última fase do Glaucoma, a visão do paciente pode ficar assim:

Campo Visual Tubular

Nas últimas fases do glaucoma, o campo visual está tão reduzido que é como se pessoa olhasse o mundo através de um tubo.

Quem está sob risco?

Pessoas acima de 45 anos Pessoas com história familiar de glaucoma Pessoas com pressão intra-ocular elevada Pessoas que possuem miopia Pessoas que utilizam esteróides por tempo prolongado (corticóides) Pessoas que possuem alguma lesão ocular prévia

Quais são os sintomas do glaucoma?

O glaucoma geralmente inicia de forma lenta, não exibindo nenhum sintoma até que danos sérios e irreversíveis tenham sido causados. Esse distúrbio é o principal motivo pelo qual você deve consultar um oftalmologista periodicamente após completar 40 anos. Os três sinais mais comuns do glaucoma são o aumento da pressão intra-ocular, a redução do campo visual e dano ao nervo óptico e às fibras ópticas. Às vezes, o glaucoma surge rapidamente, com os seguintes sintomas: visão desfocada, dor forte no olho, halos ou arco-íris em volta da luz, náusea e vômito.

Como tratar?

O glaucoma pode ser tratado com colírios, medicamentos orais, cirurgia a laser e uma combinação desses métodos. O propósito do tratamento é impedir perda visual ainda maior e manter a pressão intra-ocular baixa, sob controle.

Moscas Volantes

Pequenas manchas no campo visual que se parecem com moscas . Um fenômeno comum em indivíduos com mais de 60 anos, em míopes, e naqueles submetidos à cirurgia intra-oculares como a de catarata

Algumas pessoas se queixam de que percebem pequenas manchas ou mosquitos que se movem em seu campo de visão. São as chamadas de moscas volantes, visíveis, principalmente, quando os pacientes olham contra uma superfície plana como o céu azul ou uma parede branca ao fundo. São pequenas condensações da gelatina do olho, denominada vítreo, que é o fluído gelatinoso e transparente que preenche a cavidade interna do olho. Embora aparentemente se apresentem na frente do olho, elas estão realmente flutuando neste fluído, no interior do olho, e são vistas como sombras pela retina (a camada interna do olho sensível à luz, chamada fundo de olho).

As moscas volantes podem se apresentar em forma de pequenos pontos, círculos, linhas ou em teias de aranha, podendo causar muita preocupação, principalmente se aparecem subitamente. No entanto, elas são normalmente de pouca importância, representando um processo de envelhecimento. A gelatina vítrea tende a se contrair com o tempo e assim, separa-se da retina e se apresenta como as moscas volantes. Este é um fenômeno comum em indivíduos com mais de 60 anos, em míopes, e naqueles submetidos à cirurgia intra-oculares como a de catarata.

Quando a gelatina vítrea se separa da retina, a retina pode se rasgar, causando um pequeno sangramento no interior do olho, que também se manifesta com o aparecimento de moscas volantes. Esta minúscula rotura na retina pode ser infiltrada de líquido, internamente causando uma doença que é chamada de descolamento de retina. Assim, múltiplas minúsculas moscas volantes podem ser sinal de rasgo na retina, o que, por sua vez, pode levar a uma doença grave chamada de descolamento de retina. Este rasgo na retina, se descoberto precocemente pelo oftalmologista, pode ser bloqueado com raio laser, impedindo e prevenindo o descolamento de retina.

É pouco comum que moscas volantes resultem de uma inflamação interna do olho ou de depósitos como cristais que se formam na gelatina vítrea. Apenas um exame especializado, por um oftalmologista, pode determinar se as moscas volantes se constituem ou não em situação de risco. Qualquer começo repentino de moscas volantes ou flashes de luz deve ser avaliado pelo retinólogo (especialista em doenças da retina). Embora uma minoria de casos de moscas volante esteja associada ao descolamento de retina, todos os casos devem ser examinados pelo oftalmologista através do exame de fundo e com a técnica oftalmoscopia binocular indireta com depressão escleral.

O que pode ser feito?

Algumas vezes as moscas volantes interferem na visão clara, principalmente durante a leitura, podendo causar perturbações. A incômoda sensação de percebê-las diante da linha de visão pode ser diminuída com alguns movimentos oculares, para cima, para baixo e para os lados. Isto faz com o fluído interno do olho se reacomode, levando as moscas volantes para fora do eixo de visão.

Segundo a Dra. Ana Paula Furtado, chefe do departamento de retina do Visão, as moscas volantes não são indício de problema ocular grave. Entretanto, se desenvolve em grande número ou se aumentam muito com o passar do tempo, recomenda-se um exame pelo retinólogo. O exame incluirá uma observação cuidadosa da retina e da gelatina vítrea, o que exige experiência e treinamento específico, o que sugere a procura de um retinólogo, ou seja, um especialista em doenças da retina, médico que é treinado para identificar e tratar os problemas relacionados com as moscas volantes e flashes luminosos.

Olho Seco

90% dos brasilienses sofrem com olho seco

O que é olho seco?

Olho seco é um termo usado para descrever uma deficiência na qualidade ou quantidade de lágrima produzida pelo organismo, provocando a lubrificação inadequada do olho.

Qual é a função das lágrimas?

As lágrimas fornecem nutrientes e protegem a superfície ocular de infecções e dos efeitos das partículas do ar. Lubrificam e auxiliam na manutenção da superfície transparente e regular da córnea, de forma que a visão permaneça clara e sem distorções.

Como se manifesta o olho seco?

Muitos são os sintomas do olho seco, manifestando-se principalmente pela sensação do corpo estranho, ardor, queimação, irritação, olhos vermelhos, fotofobia, visão borrada que melhora ao piscar, lacrimejamento excessivo e embaçamento, geralmente agravado ao final do dia, em condições de baixa umidade (ex.: ambientes com ar-condicionado ou aquecedor) e desconforto, seja ao assistir à televisão ou durante o uso excessivo da visão de perto (ex.: ler ou trabalhar em computador).

O que pode causar?

Ambiente de clima seco, sol, fumaça de cigarro, poluição, calefação, ar-condicionado e monitores de computador, alguns medicamentos como anti-histamínicos, antidepressivos, anticoncepcionais, etc. Aos 65 anos, o ser humano produz 60% menos lágrimas e a incidência nessa idade aumenta. Mulheres freqüentemente têm esse problema agravado quando estão na menopausa, devido às mudanças hormonais.

Como tratar?

O oftalmologista diagnostica a doença por meio de exames específicos e avaliação do histórico clínico do paciente. Para o tratamento do olho seco são usadas gotas lubrificantes, que agem como substitutos da lágrima e podem ser utilizadas com freqüência. Para alguns pacientes são indicados antiinflamatórios, antibióticos, medicamentos sistêmicos e em certas ocasiões deve-se recorrer a outros métodos terapêuticos, como o fechamento dos condutos de drenagem das lágrimas.

Pterígio

Olho seco, poeira e raios ultravioletas podem causar o pterígio, um tecido carnoso sobre a córnea

O que é?

O pterígio é um tecido carnoso que cresce sobre a córnea. Esta lesão pode manter-se pequena ou crescer até interferir com a visão. O pterígio se localiza com maior frequência sobre o ângulo nasal do olho, porém pode aparecer no ângulo externo.

Quais são as causas/sintomas?

Os principais sintomas são:  olho vermelho (irritado) e fotofobia (sensibilidade à luz). Outras manifestações clínicas que podem ser encontradas em pacientes portadores deste mal são a hiperemia ocular, a ardência e o prurido ocular.

Formas de prevenção

O uso de óculos escuros com lentes que possuem proteção contra os raios UV constitui-se em uma das principais formas de prevenção deste mal, bem como de outras patologias do globo ocular, como exemplo a degeneração macular senil, também bastante freqüente em nosso meio e que também tem como principal fator de risco a radiação UV que recebemos durante toda a nossa vida

Tecido carnoso sobre a córnea

Qual é o tratamento?

Quando o pterígio torna-se avermelhado e irritado, empregam-se gotas e pomadas oculares para reduzir a inflamação. Se o pterígio tornou-se grande o suficiente para atrapalhar a visão ou é anti-estético, pode ser retirado mediante cirurgia.Apesar de uma excisão cirúrgica correta, o pterígio pode reaparecer, sobretudo em pessoas jovens. Em alguns casos recorre-se à radiação da superfície com b-terapia ou ao uso de medicações com o objetivo de prevenir a recorrência. A proteção dos olhos contra a luz ultravioleta excessiva através óculos solares apropriados, evitando condições ambientais secas e empoeiradas, e a aplicação de lágrimas artificiais são medidas que podem ser úteis.

Retinopatia diabética

A primeira causa de cegueira no Brasil

O que é a retinopatia diabética?

É uma manifestação ocular da diabetes tipo 1 ou 2 e uma das principais causas de cegueira. Ela se caracteriza por lesões nos vasos da retina que podem causar pequenos ou grandes sangramentos, levando a perda parcial ou total da visão, muitas vezes irreversível.  A retinopatia diabética é uma complicação grave, que evolui lentamente, sendo, junto com a catarata,  uma das complicações mais graves do diabetes.

Quais são as causas?

O aumento dos níveis de açúcar no sangue (glicemia) – que caracteriza o diabetes – causa alterações nos pequenos vasos sanguíneos da retina no interior do olho. Os vasos alterados deixam sair líquido e sangue para a retina, reduzindo a visão.

Em alguns casos, desenvolvem-se vasos anormais na retina. Sendo muito frágeis e sangrando facilmente, estes vasos levam à formação de tecido fibroso que repuxa a retina. Neste estádio grave, a doença designa-se retinopatia diabética proliferativa.

Quais são os sintomas da retinopatia diabética?

Inicialmente não há sintomas, daí a importância dos diabéticos vigiarem a sua visão, através de exames médicos oculares regulares. Eles devem ser realizados conforme orientação de seu oftalmologista, mas normalmente são feitos anualmente.

Visão afetada pela retinopatia diabética: manchas
ao centro que vão aumentando até levar à cegueira, se não houver tratamento

Como é diagnosticada?

Exames oftalmológicos como a fundoscopia (exame de fundo de olho) e  a retinografia fluorescente (fotos que mostram o estado dos vasos da retina) podem detectar alterações da retina em estágios iniciais. O dignóstico precoce é fundamental para que se possa tratar a retinopatia diabética o quanto antes, evitando grandes complicações e danos irreversíveis da visão. Mas para isso, o paciente com diabetes deve fazer os exames periódicos, redobrando os cuidados com seus olhos.

Como se trata?

A retinopatia diabética é tratada com laser, num procedimento chamado de fotocoagulação com laser argônio.  O tratamento previne perdas visuais adicionais e sana as lesões da retina. A fotocoagulação deve ser indicada e realizada pelo oftalmologista. Para prevenção, além das consultas periódicas, é fundamental que o doente controle os níveis de açúcar no sangue desde as fases iniciais da doença.

Terçol ou Hordéolo

Um pequeno furúnculo na glândula das pálpebras

O terçol é um pequeno furúnculo ou infecção bacteriana em uma das glândulas da pálpebra. Quando infectadas, as glândulas sebáceas localizadas nas pálpebras superior e inferior ficam inchadas e dolorosas. Inicialmente o terçol é pequeno, mas pode transformar-se em ferida avermelhada e bastante dolorosa. A seguir, o terçol inicial se torna um ponto amarelo de pus. Geralmente o pus drena sozinho. Jamais, fure ou esprema o terçol.

Procure sempre o oftalmologista.

Visão Subnormal

 

Segundo a OMS , no mundo 3 a cada mil crianças têm visão subnormal

Você sabe o que é Visão Subnormal e quais são as causas ?

Visão subnormal ou baixa visão é um comprometimento da função visual que impossibilita uma visão útil para os afazeres habituais, mesmo após tratamento e/ou correção dos erros refrativos comuns como uso de óculos, lentes de contato ou implante de lentes intra-oculares.

Considera-se com visão subnormal a pessoa que apresenta 20% ou menos do que chamamos visão normal (AV 20/20) . Este problema pode ser acompanhado de uma alteração do campo visual, ou seja, a pessoa pode enxergar como se estivesse vendo por dentro de um tubo (ausência ou diminuição da visão periférica) ou com uma mancha escura na parte central da visão quando a pessoa tenta fixá-la em um objeto (ausência ou diminuição da visão central).

A visão subnormal não deve ser confundida com a cegueira, pois o portador de visão subnormal tem uma visão útil e é capaz de ler tipos impressos ampliados com auxílios ópticos, que são aparelhos especiais que ampliam consideravelmente a visão.

Segundo a Sociedade Brasileira de Visão Subnormal, 70 a 80% das crianças diagnosticadas como cegas possuem alguma visão útil. Em países em desenvolvimento a prevalência de cegueira infantil é de 1 a 1,5 para cada mil crianças. A prevalência de visão subnormal é três vezes maior (estimativa da Organização Mundial de Saúde – OMS).

As causas mais comuns da visão subnormal em crianças são congênitas (presentes no nascimento) como nos casos de corioretinite macular por toxoplasmose, catarata congênita, glaucoma congênito, atrofia congênita de Leber e outras. A prematuridade também pode gerar deficiência visual e desencadear visão subnormal.

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João Luiz Pacini Costa - Oftalmologista e Diretor Técnico Médico - CRM 3862-DF
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